quarta-feira, 13 de julho de 2022

para quê

dos meus pès se tenho asas

para voar nos livros aprendi

a fugir do mal sem querer

experimentar

não posso confundir a solidão

nem consigo soltar a ilusão

de te ter sò por ser  o que te invejo

desperto e permaneces pura inerte

e inebriado de loucura no sonho

desperto de desejo
 

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ès o caminho

  que me elevas ao paraíso invulgares e as raridades  dos ciclos que comandam as espécies em via de extinção !