de um sonho pujante de acordes
e timbres incendiados na pauta
imaculada da paixão os teus olhos
cintilam anos de esperança oceanos
tormentos de esperança que permanece
e percorre a luz imensa desse silêncio
que não acesa desse aturdir
quero - te Deusa despida de virtude
tão bela e nua e minha como se fosse
o sonho de uma sò água ou o olhar
na antiguidade obscuridade da memória
quero - te ainda e sempre evocação de ninfa
que nimba inerte não sò por mim esculpida
junto a ânsia de te ver tão leve e móvel erguida
em amplitude

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