quinta-feira, 21 de julho de 2022

Beber toda a ternura

não ter morada

habitar

como um beijo entre lábios

fingir -se ausente e suspirar

( o meu corpo não se reconhece na espera )

percorrer com um sò gesto o teu corpo

e beber toda a ternura

para refazer

o rosto em que desapareces

o abraço que desobedeces
 

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ès o caminho

  que me elevas ao paraíso invulgares e as raridades  dos ciclos que comandam as espécies em via de extinção !