dos céus abrem - se em par
os seus portões a chuva tomba
cai no rio silvam os tufões e o
cheiro a fruta no esteiro onde
navego um barco de lágrimas
silvam os tufões contínuo a espera
nas tuas ramadas que mais parecem
estradas por e simplesmente deixo
de pensar e perco - me por aì no infinito
encontro um refúgio não sei bem onde
por te amar assim dentro de mim sò !

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