elas são as mães rompem do inferno
foram a treva arrastando os seus mantos
na poeira das estrelas animais sonâmbulos
dormem nos rios na raiz do pão na vulva sombra
è onde fazem o lume ali tem casa em segredo escondem
o latir lancinante dos seus cães nos olhos o relâmpago negro
do frio longamente bebem o silêncio nas próprias mãos o olhar
desafia as aves o seu voo è mais fundo sobre si debruçam a escutar os passos do crepúsculo despe - cem ao espelho para entrarem nas águas da sombra è quando dançam que todos os caminhos levam ao mar são elas que fabricam o mel o aroma do luar o branco da rosa quando o galo canta depredem - se para serem orvalho

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