sexta-feira, 24 de setembro de 2021

a sabedoria do poeta

è uma segunda inocência

desde a aurora como um sol

de polpa escura para levar à boca

eis as mãos procuram - te desde o

chão entre os veios do sono e da memória

procuram - te à vertigem do ar abrem as portas

vai entrar o vento ou o violento aroma de uma

candeia e subitamente a ferida começa a sangrar

è tempo de colher a noite iluminou - se bago a bago

vais surgir para bebere de um trago como um grito

contra o muro sou eu desde a aurora eu a terra que te procura

de obscuro domínio
 

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ès o caminho

  que me elevas ao paraíso invulgares e as raridades  dos ciclos que comandam as espécies em via de extinção !