por
nòs clausura que tecemos
para
que viva e decida indelével
no
sulco que nos dita a senda da
vitória
nesta vida como posso eu desejar
a lua de uma noite sem sentido sob
o sol sem luz do teu ser perdido que
no peito devia crepitar na calma prateada
do luar estando sem estar sò devidido

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