que
em nòs guardamos
latente
no cofre do silêncio
reticente
de sentido sufocado
por
ser nuvem no sol
do
contacto e suster no peito
que pulsa tal melodia que não
desmente a luz multicolor de te viver
que me elevas ao paraíso invulgares e as raridades dos ciclos que comandam as espécies em via de extinção !
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