domingo, 14 de março de 2021

Os teus olhos


 Fecham  os poços cantam ao longo da sombra com pulsos vendados e enigmas  è uma trave nos seus ombros o nome extremo os teus olhos são cristais fulgores  cheios de amor transbordados de ternura como na areia a espuma branca a sacumbir de amor parti sem segredo sem mapa nem sextante  ou astrolábio como se em mim se aloja - se um sabor os meus laços são as embarcações perdidas com as naves espaciais transviadas com as rotas da inquietude e da solidão voltar ... è que era uma ilusão não há passado de regresso sempre soube tristeza infinita que a mim coube cresce reencontrei porèm demasia clarividência foi iluminando o labirinto afoga - me em aromas de absinto ... os meus laços são como as tuas mãos frias carentes de luz com o leito insustentável com os teus olhos alucinados desfolham a necessidade que berra 

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ès o caminho

  que me elevas ao paraíso invulgares e as raridades  dos ciclos que comandam as espécies em via de extinção !