domingo, 14 de março de 2021

Olhos Primitivos


 Onde o medo não  conta històrias e poemas não  

forma  figuras de terror e de glòria vazio cinzento o 

nome pronome conheço a gama dos medos e esse começar a cantar  devagarinho no desfiladeiro que 

reconduz ao meu desconhecido sou o  imigrante de mim escrevo contra o medo contra o vento com garras que  se aloja na minha respiração devagarinho no desfiladeiro  que me reconduz e quando pela manhã temo - med ausente e que não haja silêncio da compreensão o silêncio do meio estar nisto se vão os anos neste se foi a bela alegria matinal

 

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ès o caminho

  que me elevas ao paraíso invulgares e as raridades  dos ciclos que comandam as espécies em via de extinção !