Onde o medo não conta històrias e poemas não
forma figuras de terror e de glòria vazio cinzento o
nome pronome conheço a gama dos medos e esse começar a cantar devagarinho no desfiladeiro que
reconduz ao meu desconhecido sou o imigrante de mim escrevo contra o medo contra o vento com garras que se aloja na minha respiração devagarinho no desfiladeiro que me reconduz e quando pela manhã temo - med ausente e que não haja silêncio da compreensão o silêncio do meio estar nisto se vão os anos neste se foi a bela alegria matinal

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