como uma tampa azul cobrindo o Tejo
querela de aves pios escarecèu
ainda palpitante voa um beijo
donde terá vindo ! ( não è meu ... )
de algum quarto perdido no desejo ?
de algum jovem amor que recebeu mandato de captura
ou de despejo ?
è uma ave estranha colorida vai batendo como a própria
vida um coração vermelho pelo ar e è a força sem fim
de duas bocas que se juntam loucas !
de inveja as gaivotas a gritar ...

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