das ondinas em revolta loura
sobre o sol esquecido no centro
dum lago harpas de cabelos
ainda o arbusto tatuado no vento
sò o ciúme nos lábios duma estrela
louca semeada dentro do orgulho
da seara arrepiada nunca mais o cais da bruma
na bruma oscilante apenas encontro morto
um anjo na noite principal no pátio interior
bebemos o silêncio e a voz que nos acordará
para o outro existir

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