terça-feira, 19 de julho de 2022

se

alguma vez encontrasse no que escrevo

as exactìssimas palavras que dissessem

o que sinto por ti deixaria a minha caneta

repousar eternamente e ensinaria a ser aborígene

atè a hora em que sem pisar a terra subiríamos

num balão viríamos os ninhos dos cucos là do alto

e acariciávamos o céu nas fossas abissais dos oceanos

abertas que estariam para nos acolher em sossego 
 

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ès o caminho

  que me elevas ao paraíso invulgares e as raridades  dos ciclos que comandam as espécies em via de extinção !