segunda-feira, 25 de julho de 2022

o teu corpo è como um rio

onde o meu se perde

se escuto sò oiço o teu

o teu rumor de mim nem

 o sinal mais breve 

imagem dos gestos que tracei

infinitas raìzes que no corpo

um dia hão - de beber !

terra se um dia lhe tocares

o corpo adormecido põe - lhe

folhas verdes onde põem silêncios


sê leve para quem è contigo
 

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ès o caminho

  que me elevas ao paraíso invulgares e as raridades  dos ciclos que comandam as espécies em via de extinção !