que o vento levanta mas ninguém segura
sou enfim a chama acesa que te queima
sem te tocar sou o infinito que acaba na
lágrima covarde do teu rosto a chorar
que me elevas ao paraíso invulgares e as raridades dos ciclos que comandam as espécies em via de extinção !
Sem comentários:
Enviar um comentário