quinta-feira, 14 de julho de 2022

eu

no rosto da vida

vão mãos pés rosto

infinita multidão

de espera de esperança

iguais na fome  na morte

um procurando o outro

que tranquilize impeça

todos cumprindo destinos

variàvelmente cruzados

nunca cessando atrás da matéria


dentro do riso ou do grito o medo

de ser expulso de um recinto indefeso
 

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ès o caminho

  que me elevas ao paraíso invulgares e as raridades  dos ciclos que comandam as espécies em via de extinção !