num futuro alcançar passo a passo a confluência
quando se abriu a tua mão cantou o teu corpo
saltaram - te as pupilas como estrelas cadentes
que colhi no silêncio da minha alma deu - se
o milagre da multiplicação dos sòis a nossa
existência prometia e nada mais nos importou
o nosso barco afundou - se sob os meus màgoados
olhos

Sem comentários:
Enviar um comentário