atè morrer porque sonhar
è viver obedecem - me
muito menos as palavras
provavelmente fartaram - se
das rédeas não me prendiam
as mãos a mão rigorosa da indiferença
pelo fogo de artificio com ela fazia
lume as praias por entre as algas
já existem mares dentro desse mar
a brancura do céu as nuvens no espelho da água

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