não exagero querida falo - te quase
sem palavras sepultado no silêncio
e na treva deste cárcere e canto nossa
gloriosa humana condição
em ti existo
em ti me encontro
em ti espero hoje como ontem e amanhã
inexoravelmente
rebenta ò árvore abandonada
no inverno do áspero caminho
canta ò ave intranquila do amor
teu sonho tua planície !

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