domingo, 17 de julho de 2022

a uma bailarina

quero escrever meu verso no momento

em que o limite extremo da ribalta silencia

teus pés e um deus se exalta como se o corpo

fosse um pensamento além do palco existe

o pensamento que nunca imaginamos em voz

alta onde teu passo puro sobressalta os pássaros

subtis do movimento amo - te de um amor 

que tudo pode no sensual momento em que se

explica o desejo infinito da tristeza sem que jamais

se explique ou desenrede mariposa que pousa mas


não fica a tentação alegre da pureza
 

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ès o caminho

  que me elevas ao paraíso invulgares e as raridades  dos ciclos que comandam as espécies em via de extinção !