afago o teu ventre para que
não sejas estéril afago as minhas
mãos suavíssimas atè ao fundo
do teu ventre neste lugar exacto
onde os pianos se silenciam ai
onde os nossos nomes se aliam
as feridas da infância inacabada
transgredindo os interditos
toco - lhes eles retinem
acordam o passado sem passado
silêncios separam - nos
silêncios recobrem a voz daqueles
que já cà não estão

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