quem è que semeia o vento ?
quem colhe a tempestade ?
que determina o meridiano ?
quem è a misteriosa de si mesma ?
talvez estrela talvez petardo ?
a mulher amada quando ?
e de outro não seja pois è ela a coluna e o graal
a fè e o símbolo implícita na criação por isso
seja o canto e a oferenda o gozo e o privilegio
a erguida e o sangue correndo pelas ruas e iluminando
a perplexidade ... eia ... a mulher amada !
espelho inicial no pensamento das ondinas em revolta loura
sobre esquecido no centro de um lago harpa de cabelo ainda
o arbusto tatuado no vento sò o ciume nos lábios de uma estrela
louca semeada dentro do orgulho de seara arrepiada

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