sábado, 21 de maio de 2022

viajo incógnito

viajo incógnito entre cedros

de papel por uma estrada

íntima e oblíqua onde a claridade

escreve letreiros para as aves

toda a minha alegria será um dia

comida pela morte os meus momentos

florindo begónias serão devastados

pelas ervas mesmo assim carrego


esta pequena pedra esta doce ferida

levo - a a mãe do vento


minha última meta  água  fonte de si

mesma
 

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ès o caminho

  que me elevas ao paraíso invulgares e as raridades  dos ciclos que comandam as espécies em via de extinção !