de papel por uma estrada
íntima e oblíqua onde a claridade
escreve letreiros para as aves
toda a minha alegria será um dia
comida pela morte os meus momentos
florindo begónias serão devastados
pelas ervas mesmo assim carrego
esta pequena pedra esta doce ferida
levo - a a mãe do vento
minha última meta água fonte de si
mesma

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