com a pedra nas suas mãos obscuras
aquecidas com o seu calor de homem
o seu ardor escuto como se fosse a
minúscula luz mortal das entranhas
lhe subisse a garganta a sua mortalidade
de homem canta com a pedra
que me elevas ao paraíso invulgares e as raridades dos ciclos que comandam as espécies em via de extinção !
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