que luz suave a tua e como
se insinua em alma que flutuava
de engano a desengano !
oh coração sublime a tua luz
reprime as tentações do crime e da dor
oprime abre - lhe um oceano !
è esse o céu um lago e tu reflexo vago
dum sol como o que trago no seio
onde o afago no seio onde o aperto ?
oh luz órfão do ser !
que mítica harmonia há nessa luz
tão fria e a sombra que me guia neste
areal deserto !

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