minha ideia turva minha voz sonora meu corpo
vestido meu sonho desnudo senhor confessor !
sabeis tudo - tudo !
quanto vulgo ingénuo ao saudar - me ignora !
sabeis que em meus beijos a fome dormira
antes que da orgia a fè despertasse sabeis que
sem oiro o mundo è mentira e como do fruto
que Deus proibira um luar machado - me a face
pássaro cativo da noite infinita è a palavra eterna
minha única escrita
beleza ... beleza ... beleza

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