sábado, 21 de maio de 2022

a jaula

là fora há sol è apenas o sol

e os homens olham - no

e depois cantam eu não sei

do sol eu sei da melodia 

 do anjo e o sermão quente


do último vento sei gritar atè de madrugada

quando a morte se põe nua na minha sombra


choro debaixo do meu nome lenço na noite

e barcos sedentes de realidade bailam


comigo ecoando cravos para escarnecer

dos meus sonhos enfermos 


là fora há sol visto - me de cinzas
 

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ès o caminho

  que me elevas ao paraíso invulgares e as raridades  dos ciclos que comandam as espécies em via de extinção !