sã sangria de suor e de cigarra que a noite canta
a festa de amanhã foste sempre cantora que não
se agarra o que a terra chamou amante e irmã mas
tambèm portuguesa que investe e marra voz de
alaúde rosto de maçã o teu coração veio do Douro
um barco de vindimas de cantigas tão generosas
como a liberdade resta de ti a ilha dum tesouro
a jòia com pedras mais antigas não è saudade não
è amizade
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