sexta-feira, 22 de outubro de 2021

Desde a Aurora

como um sol de polpa escura

para levar  à boca eis as mãos

procuram - te desde o chão

entre os veios do sono e da memória

à vertigem do ar  abrem as portas vai

entrar o vento ou o violento aroma

de uma candeia e subitamente a ferida

recomeça a sangrar è o tempo de colher

a noite iluminou - se bago a bago vais surgir

para beber um trago como um grito contra o

muro sou eu desde a aurora eu a terra que te procuro
 

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ès o caminho

  que me elevas ao paraíso invulgares e as raridades  dos ciclos que comandam as espécies em via de extinção !