duro por entre o deambular da mão que
o premeia a romã viçosa humedece entre
o arqueio das pernas desaguando rios de
água perenes de tesão o liquido puro aguarda
o clímax de vai e vem sentindo dentro da fissura
rugosa num deambular de poesia dos corpos refractados
no luar da tesão à luz ténue desperta a ansiedade terminante
da cúpula que se fez alvoroço do cio eclodindo num prazer
infinito dos sexos
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