não há muros silêncios morte
por cada espinho de aço gravado
em nossa carne há um rio de sangue
e primavera por cada bofetada um sorriso
de criança por cada insulto por cada punhalada
uma seara uma estrada uma cidade
que me elevas ao paraíso invulgares e as raridades dos ciclos que comandam as espécies em via de extinção !
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