quinta-feira, 2 de setembro de 2021

o que amamos

està sempre longe de nòs

mesmo longe do que amamos

que não sabemos de onde vem

a onde vai o nosso impulso de amor

o que amamos està como a flor na semente


escondida  com medo e inquietude talvez  sò

para a nossa morte estar a durar sempre como

as ervas  do chão como as ondas do mar os acasos

se vão cumprindo e vão cessando mas sem acaso

o amor límpido e exacto jaz não necessita nada o que em si

 tudo ordena cuja a tristeza pode ser o equinócio do tempo



 

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ès o caminho

  que me elevas ao paraíso invulgares e as raridades  dos ciclos que comandam as espécies em via de extinção !