dos teus olhos quando anoitecem
a boca
onde o fogo de um verão muito
antigo cintila a boca espera ( que pode uma boca esperar
senão outra boca ? ) espera o ardor do vento para ser ave
e cantar
que me elevas ao paraíso invulgares e as raridades dos ciclos que comandam as espécies em via de extinção !
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