terça-feira, 3 de agosto de 2021

oh ... como eu te aspiro

na ventania agreste

oh ... como eu te

admiro na solidão

do mar quando o azul

celeste descansa nas águas

 como as minhas mágoas

descansa o teu olhar que plácido

a pouco e pouco eleva -me a fantasia

novas regiões dando - me o uivo

rouco do mar


nessas cavernas o timbre

das mais ternas e paraas orações

 parece - me este universo todo um imensoi templo


 

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ès o caminho

  que me elevas ao paraíso invulgares e as raridades  dos ciclos que comandam as espécies em via de extinção !