oh ... como eu te
admiro na solidão
do mar quando o azul
celeste descansa nas águas
como as minhas mágoas
descansa o teu olhar que plácido
a pouco e pouco eleva -me a fantasia
novas regiões dando - me o uivo
rouco do mar
nessas cavernas o timbre
das mais ternas e paraas orações
parece - me este universo todo um imensoi templo

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