quinta-feira, 5 de agosto de 2021

hoje mais do que nunca

fujo de mim em ti

por não saber de ti

fugir em mim

agarro a manhã no sol

que desponta o teu olhar

e parto na vertigem do regresso

no brilho da flor cuja frescura

o orvalho das minhas mãos vivifica

ou mortifica se não for meu coração

o jardim que procuras morar
 

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ès o caminho

  que me elevas ao paraíso invulgares e as raridades  dos ciclos que comandam as espécies em via de extinção !