por não saber de ti
fugir em mim
agarro a manhã no sol
que desponta o teu olhar
e parto na vertigem do regresso
no brilho da flor cuja frescura
o orvalho das minhas mãos vivifica
ou mortifica se não for meu coração
o jardim que procuras morar
que me elevas ao paraíso invulgares e as raridades dos ciclos que comandam as espécies em via de extinção !
Sem comentários:
Enviar um comentário