quinta-feira, 5 de agosto de 2021

fosse este poema

o mar dos teus cabelos

uma tão càlida e brilhante

noite de luar escreveria pesaroso

a ausência dessa luz fustigado

pelo tempo revolto da vontade

fosse esse mar de signos cintilantes

a obscura razão da letargia que nenhum 

limbo redime por acaso na rota parabólica

 da agonia traçaria do teu corpo a ruptura

ao nível da folhagem interdita que nenhuma


tempestade iludiria já que fomos

primavera no inverno
 

Sem comentários:

Enviar um comentário

ès o caminho

  que me elevas ao paraíso invulgares e as raridades  dos ciclos que comandam as espécies em via de extinção !