e as duas da tarde aves pernaltas
com o seu bico mergulhado na água
entram não neste lugar de memória
uma lagoa rasa com caniço na margem
habito nele quando os desejos do corpo
a metafisica exclamam como è bonito
quero escrever - te atè encontrar onde segregas
tantos sentimentos pensas em mim no teu sorriso secreto
a atravessar o mar e a montanha me sobressalta em arrepios
o amor sobre o natural o corpo
è leve como a alma os minerai
s voam como borboletas tudo deste lugar entre o meio dia e as duas da tarde

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