quarta-feira, 25 de agosto de 2021

dai - me casa vazia

e simples onde a luz è preciosa

dai - me a beleza imensa e nua

do que è frugal quero comer devagar

e gravemente que sabe o contorno carnudo

e o peso grave das coisas não quero possuir

a terra mas ser como ela  não  quero possuir nem dominar porque quero ser esta è a necessidade com veemência e fùria defendo a fidelidade por estar terrestre o mundo de ter perturba paralisa e desvia os 

seus círculos o estar o viver o ser


 

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ès o caminho

  que me elevas ao paraíso invulgares e as raridades  dos ciclos que comandam as espécies em via de extinção !