onde a alma pontifica reflexos distantes
mas sempre acesos como se a linguagem
fosse um céu de estrelas que ora determina
o rumo o norte o caminho do poema vivo que
já fomos nas marcas do tempo que traçaste ora
aponta o rumo do sonho que almejamos por sermos
estrelas do universo que seremos sulcos o universo da
insónia como um carrossel de vertigem

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