enquanto o dorso imagina
sob os dedos os bordões
da melodia a morte sob os dedos
navega o sangue desfaz em embriagues
dentro do coração faminto
oh ! cabra no vento e na urze mulher
nua sob as mãos mulher de ventre
escarlate onde o sol põe o espirito
que me elevas ao paraíso invulgares e as raridades dos ciclos que comandam as espécies em via de extinção !
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