quinta-feira, 29 de julho de 2021

em cada mulher

existe uma morte silenciosa

enquanto o dorso imagina

sob os dedos os bordões

da melodia a morte sob os dedos

navega o sangue desfaz em embriagues

dentro do coração faminto


oh ! cabra no vento e na urze mulher

nua sob as mãos mulher de ventre

escarlate onde o sol põe o espirito
 

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ès o caminho

  que me elevas ao paraíso invulgares e as raridades  dos ciclos que comandam as espécies em via de extinção !