para depois cantar
a alegria da morte
enquanto mamar
da minha carne uma
uma videira de sangue
cantarei seu sorriso ardendo
suas mamas de pura substância
a curva quente dos cabelos
beberei da tua boca para depois
cantar a alegria da morte
que me elevas ao paraíso invulgares e as raridades dos ciclos que comandam as espécies em via de extinção !
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