sem sentido sob o sol sem luz
da alma cativa que encerradas
no silêncio apagado do teu fogo
cintilante
assim estou eu sem estar e mesmo
no
poema não sò suspiro clamo ou grito
como a árvore escarnecida que projecta
no espaço a suplicante nudez de braços
ressequidos mas traça tambèm o percurso
da ave migratória que a primavera trará em
obediência a esse circulo vital de solar volúpia

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