feita por nòs clausura que tecemos
para que viva e decida no toque
indelével no sulco que nos dita a
senda da vitória desta vida como
posso eu desejar a lua de uma noite
sem sentido sob o sol sem luz do teu
ser perdido que no peito devia crepitar
na calma prateada do luar estando sem estar
sò dividido já tão cheio de frio que despido
projecta no espaço o seu grito .... acredito no
uivo delirante irrompendo febril de sob a terra
por não seres ave migratòria

Sem comentários:
Enviar um comentário