sábado, 26 de junho de 2021

com as mão fèrrea da vontade


 construímos castelos de  ilusão que a realidade

mistifica mas a matéria nem sempre è fantasia

e uma pedra ou outra tomba do sonho e  permanece

fluída como um regato cuja a musicalidade comove

por ser água cristalina e pura onde o luar se reflecte

e o veado mitiga a sede sob a árvore quiescente e grata

entre céu e a terra sempre estamos ainda que nem sempre

seja o que a terra  è mesmo sem ser um astro fulgurante

de energia que o sol aquece e torna verde ou mesmo azul

Sem comentários:

Enviar um comentário

ès o caminho

  que me elevas ao paraíso invulgares e as raridades  dos ciclos que comandam as espécies em via de extinção !