construímos castelos de ilusão que a realidade
mistifica mas a matéria nem sempre è fantasia
e uma pedra ou outra tomba do sonho e permanece
fluída como um regato cuja a musicalidade comove
por ser água cristalina e pura onde o luar se reflecte
e o veado mitiga a sede sob a árvore quiescente e grata
entre céu e a terra sempre estamos ainda que nem sempre
seja o que a terra è mesmo sem ser um astro fulgurante
de energia que o sol aquece e torna verde ou mesmo azul

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