semeia
o vento quem determina o
meridiano
è a misteriosa de si mesma
talvez estrela ou petardo a
mulher amada e de outro não
seja pois ela è a coluna e o gral
e o símbolo implícita na criação
seja o canto e a oferenda o gozo
e o privilegio a erguida e o sangue
a correr pelas ruas e iluminando
a perplexidade eia a mulher amada

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