como
uma zona interdita
onde
a alma pontifica reflexos
distantes
mas sempre acesos como
de
a linguagem fosse um cèu
de
estrelas que ora determina
o rumo o caminho do poema
vivo que já fomos nas marcas do tempo
que me elevas ao paraíso invulgares e as raridades dos ciclos que comandam as espécies em via de extinção !
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