quinta-feira, 6 de maio de 2021

para quê

para quê que havemos de ir juntos

não me peguntem no braço

quero ser sozinho

ah que maçada jà disse

sou sozinho  querem que seja

da companhia o cèu azul da minha

o mesmo da minha infãncia

eterna verdade vazia perfeito o macio

duro ancestral e mudo pequena verdade

onde o cèu reflecte a màgoa revisitada

porto de outra era
 

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ès o caminho

  que me elevas ao paraíso invulgares e as raridades  dos ciclos que comandam as espécies em via de extinção !