não me peguntem no braço
quero ser sozinho
ah que maçada jà disse
sou sozinho querem que seja
da companhia o cèu azul da minha
o mesmo da minha infãncia
eterna verdade vazia perfeito o macio
duro ancestral e mudo pequena verdade
onde o cèu reflecte a màgoa revisitada
porto de outra era

Sem comentários:
Enviar um comentário