inabilidade e dos ornamentos com
que revestimos para parecer que
somos e ser o que parecemos
quem escreve procura abrir um
espaço numa muralha tão opaca
nas tão vaga e cinzenta que esse
espaço imaginado de branca
identidade não è mais que um aceno
à possìvel liberdade para alèm da sua glòria
profana

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