marinha enquanto a crisàlia rompe
omelenàrio càrcere meu amor
sopro fino a rigor de vento a rigor
levando a areia o rosto hirto
breves horas que eu gozava a glòria
que a minha alma apetecia e sem desconfiar
da aleivosia teu lisonjeiro obsèquio acreditava
na praia là na boa nova edifiquei alto castelo
o que è fantasia tudo de làpis azul e coral

Sem comentários:
Enviar um comentário