quinta-feira, 29 de julho de 2021

nem sempre me incedeia

 

o acordar das ervas

e as estrelas desempenhadas

da órbita viva porém tu sempre

me incendeias esqueço o arbusto

impregnado do silêncio diurno

a noite imagem pungente com os

deuses esmagados e ascendidos

não te esqueçam meu coração de sal

e brandura entoce meu hálito com sombra

a tua boca penetra a minha voz como a espada

se perde no arco

enquanto gela a mãe

 em sua distância a lua estiola a paisagem regressa ao ventre o tempo desfibra - se

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ès o caminho

  que me elevas ao paraíso invulgares e as raridades  dos ciclos que comandam as espécies em via de extinção !