o acordar das ervas
e as estrelas desempenhadas
da órbita viva porém tu sempre
me incendeias esqueço o arbusto
impregnado do silêncio diurno
a noite imagem pungente com os
deuses esmagados e ascendidos
não te esqueçam meu coração de sal
e brandura entoce meu hálito com sombra
a tua boca penetra a minha voz como a espada
se perde no arco
enquanto gela a mãe
em sua distância a lua estiola a paisagem regressa ao ventre o tempo desfibra - se

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